
Tem Dias, horas, semanas, que olhamos para um cara chamado "Destino", um cara complicado cheio de maneiras diferentes de nos surpreender, enlouquecer, fazer acontecer, uma submergência de realidade d disponibilidade em entender as mensagens dedicadas os recados estabelecidos, muitas vezes ousados, assustadores.
Um dia-a-dia cruel, infiel, desleal, dedicado em apenas passarmos rápido demais e quanto mais queremos perceber o tempo, menos enxergamo-no.
A fiel e embriagante maneira de nos iludir, de nos fazer viver uma história nova e diferente a cada reinício de manhã.
A aurora envolvente que nos seduz, que nos reluz algo que acreditamos na verdade falada, cantada, obtida.
E todo começo nos remeta a prensarmos, que o fim inicia-se a cada mover do ponteiro do relógio, um dia um novo filme, outro então a mesma his´toria no jornal da Noite na Tv da Sala.
A competência em viver todos os segundos como se fosse o último, cabe a nós protagonistas deste grande e único espetáculo denominado "SABER", "ACONTECER", "SURPREENDER" ou vulgarmente Viver.
Não admitimos idéias, conceitos, preceitos de nada e tampouco ninguém, afinal, o nosso destino nos consome, nos relata, nos envolve e nos sustenta com direção abstraída de um simples reflexo de opinião.
De acusação em sermos obrigados unicamente em viver conforme todo o lado de fora da sua casa.
A hora e o momento certo se dá na conformidade de entendermos que o Adeus não é unicamente uma despedida, mas sim, um alerta que nos aponta que enfim, nada é para sempre. Mas é essencial e intenso enquanto durar.

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